Papo H Podcast #70 – Vida de Casal, Trabalho X Diversão, Roupa Essencial de Inverno

09/06/2016 18 Comentários por

Papo H Podcast #70 - Vida de Casal, Trabalho X Diversão, Roupa Essencial de Inverno

Neste Papo H pré Dia dos namorados, Barbara Duarte e Ricardo Terrazo Junior entram em clima intimista, pra falar da vida de casal. Quais são as diferenças entre morar sozinho e dividir uma casa com o amor da sua vida? Saiba o que muda na sua rotina, suas finanças e em seu comportamento.

No segundo bloco entramos em um assunto profissional muito atual: o trabalhar com aquilo que gosta! Parece que todo guru de auto ajuda e a galera das palestras motivacionais vivem batendo nessa tecla, mas será que juntar trabalho e “diversão” dá certo? Dá para transformar suas paixões pessoais em negócios?

O tema do terceiro bloco vem bem a calhar para quem mora em cidades frias e sabe que este inverno vai ser dureza: roupas essenciais para o frio. Saiba quais são as peças que vão te ajudar a sair de uma fria… literalmente!

No final do episódio temos nossa leitura de e-mails e um curiosidade sobre a origem do termo “erro crasso”.

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Moda Masculina, Multimídia, Podcast

Sobre o autor

Ricardo Terrazo Junior acredita que com bom senso e iniciativa qualquer homem pode se vestir bem. Quando não está escrevendo aqui divide seu tempo entre seu trabalho como designer gráfico e seu outro site, o Bazar Pop.

18 Responses to “Papo H Podcast #70 – Vida de Casal, Trabalho X Diversão, Roupa Essencial de Inverno”

  1. Claudio Fermes says:

    Olá Ricardo e Bárbara, tudo bem? O cast 70 foi um super-presente no domingão. É sempre muito bacana escutar o que os dois tem a dizer. Boa sorte com o canal no YT Ricardo! Estou com vocês desde o cast 18 e corri atrás de ouvir os anteriores também. Deixo aqui alguns pedidos: dicas para os desprovidos de altura como eu (e de peso), vou falar que é um pouco complicado para os magrelos baixinhos viu. Abraços e sucesso!

  2. Koudi Nakano (Ronin) says:

    Olá meus caros,

    Passando frio por aí? Moro em Florianópolis e na última noite foi registrada a menor temperatura nos últimos 115 anos (0.6º C) uahahuahu

    Já no assunto vamos começar pelo terceiro tópico. Eu também não costumava ter blusas que não fossem um moletom mas tudo mudou quando fui pro Japão. Fomos em uma viagem de família passar as férias, com o meu pai, que morava lá na ocasião, Compramos algumas blusas um pouco mais pesadas por aqui mas quando chegamos fomos obrigados comprar outros, não só porque os que levamos não eram o suficiente mas também porque foi a maior nevasca que teve na região nos últimos anos (isso em meados dos anos 2000) desde então eu aprendi a ter blusas para diferentes ocasiões o que me ajudou em outras viagens (que a propósito também foram no inverno). Além dos acessórios citados gostaria de deixar a sugestão de tocas, afinal manter orelhas livre de vento e ar frio é vital, ao menos pra mim.

    Quanto a trabalhar, eu acho que você deve se divertir enquanto trabalha e não fazer do seu divertimento um trabalho, se é que dá pra entender a diferença. Independentemente do que você for fazer se não for possível você se divertir com isso o trabalho acaba se tornando um fardo e mesmo que antes fosse sua fonte de diversão acaba por se tornar pesaroso e consome o ânimo. Contudo, se você consegue se divertir enquanto trabalha, você pode ter o pior ofício do mundo e mesmo assim fazê-lo de forma produtiva. Ao menos é assim que tento encarar tudo o que faço XD

    Quanto a vida a dois, eu não tenho muito o que dizer já que ainda não me aventurei por estas terras. Mas concordo que um relacionamento Joint Venture me parece um tanto estranho.

    Vocês fazem um ótimo trabalho, sempre o fizeram e dá pra ver que se divertem ao fazer ;D
    Abraços queridos e fiquem em paz

    • Ricardo says:

      Olá Koudi,
      obrigado por participar novamente!

      Acho que seu comentário sobre trabalho resumiu bem nosso segundo bloco!

      Só quem enfrenta a “friaca” nos mais diversos níveis sabe o quanto é importante conhecer roupas de frio e usá-las adequadamente, acho que você soube isso por experiência. 😉

      Parece que cada vez mais os casamentos estão se tornando uma busca por “roomies”, não é?

      Abs.

  3. WILSON SOUZA says:

    Excelente Papoh, os temas foram bem escolhidos e da mesma forma discutidos, foi tão bom que particularmente eu nem senti falta de uma suposta 3ª pessoa, como de costume, só posso então parabeniza-los.

    Gostei da abordagem de vocês sobre o parte financeira em vida de casal, finanças que dicas de passagem é um dos principais motivos de desentendimentos entre casais, aqui em casa não existe “o meu dinheiro e o seu dinheiro”, e sim o “dinheiro nosso”.

    Sobre trabalho e diversão, concordo plenamente que não adianta fazer apenas o que gosta, mas sim, se bom naquilo que faz, gostar do resultado obtido e conseguir sobreviver disso, acho que já muito mais do que a maioria tem.

    Abraços.

  4. Glaucio Aranha says:

    Ricardo e Bárbara, bem legal esse episódio. Sobre a descoberta das despesas de uma casa, eu não senti tanta diferença. Acontece que meu pai fez algo que na época achei bizarro, mas de fato foi “dar educação”. Assim que comecei a ganhar meu primeiro dinheiro, como estagiário na época da faculdade, meu pai me deu os parabéns e sentenciou: “agora todos os seus gastos de rua são seus, incluindo lanches e transporte”. Achei uma enorme sacanagem, mas de cara vi que só com alimentação e ônibus meu dinheiro ia embora e enquanto alguns colegas viam táxi como algo viável para mim era ônibus ou viação canela. Pouco depois fui falar com ele pra flexibilizar e a resposta dele foi: “quando você tiver sua casa, ainda terá luz, condomínio, compras do mês, então comece a dar valor ao seu dinheiro”. Para alguns, eu me tornei um pão duro, mas para mim me possibilitou ter hoje um excelente ap de frente pra praia, viagens internacionais de férias algumas vezes por ano sem me apertar, minha coleção de quadrinhos, etc., pois desde cedo aprendi a calcular a grana, separar mensalmente uma reserva para investir, etc. Acho que pais e avós costumam superproteger filhos e netos, com isso vem um choque enorme de realidade quando você tem que sair e aí descobre que gastou errado durante muito tempo. Quando eu e meu parceiro fomos morar juntos, felizmente ele também batalhou desde cedo auxiliando em casa, a administração de gastos foi muito tranquila.

    Achei bem legal o tema.

    • Ricardo says:

      Glaucio,
      não sei se rolava com todo mundo, mas na época que eu era adolescente, assim que a gente começava a ganhar alguma coisa com um estágio ou logo depois com um emprego, surgia a obrigação de ajudar em casa com alguma despesa, nem que fosse uma conta baixa ou uma compra pequena no mês quando sobrava algum que não fosse direcionado a despesas com o próprio trabalho e o estudo. Hoje não sei como estão as coisas, mas quando vejo garotos de 14 anos sacando cartões de crédito a conta no Outback acho que a coisa não está indo pelo mesmo caminho.

      Abs.

  5. Igor Santos says:

    Fala galera!
    Já ouço o PapoH tem um tempo e conheci pelo UltraGeek (que já ouvia desde que era WeRGeeks haha), mas sou um daqueles ouvintes silenciosos… rs

    No entanto, dessa vez achei ~necessário~ expressar como me identifiquei com a parte de descoberta das despesas. Eu já super achava que tava com grana sobrando, queria sair de casa, queria ter minha vida em paz… Daí fui pesquisar apês pra dividir com um amigo, fui analisar o custo das contas da casa e….. me senti um pobretão haha É muito bizarro notar como você volta do mercado com 4 sacolas cheias, quase de comer, e tem bem uns R$200 lá, tudo em limpeza e afins… Aqueles custos que você nunca viu até passar a tomar conta da casa. Hoje em dia ainda moro com minha mãe, mas a maior parte das despesas são minhas.

    E, sobre as roupas de frio, meus 2 cents 🙂
    Passei um ano estudando no Canadá (Ciência sem Fronteiras, yey), e já tomei na cara uma tempestade de neve a -20C, então talvez minha opinião seja algo relevante…
    Sou super contra esse conceito de se vestir em várias camadas, mas super a favor de ter “diversos equips”, cada um pra um frio diferente. Tenho minhas camisetas, quando o tempo tá agradável. Umas de manga comprida, pra quando bate um leve frio. Daí, um casaco “carioca”, fino, e um hardcore que eu usava lá no Canadá (e usei em Foz também, há umas semanas, qd fez 3C lá). O conceito é super simples: existem diversos tipos de casacos, e cada um funciona diferente. O maior que eu tenho me mantém aquecido no frio (de 10C a -20C), sem a necessidade de camadas extras por baixo, o que me permitia enfrentar a neve na rua e entrar no bar sem tirar mais nada além do casaco (afinal, por baixo dele só tinha uma camiseta comum).
    Mais de duas camadas no frio eu vejo como erro na compra do casaco, já que dá bem mais trabalho (e eu acho incômodo ter manga sob manga no braço, por ex).
    Obviamente, to levando em conta a praticidade só, e desconsiderando aqui os diversos looks diferentes q vc pode montar com tipos diferentes de casacos e agasalhos e etc) 🙂

    • Ricardo says:

      Igor,
      impressionante como o pessoal se identificou com essa história das contas, acho que todo mundo acaba passando por isso mais cedo ou mais tarde.

      Realmente um bom casaco é fundamental, mas as camadas te possibilitam mudar de ambiente aqui no Brasil sem passar calor ou frio, no exterior tem uma coisa fantástica chamada caleifação que mantém todos os ambientes fechados a uma temperatura agradável, permitindo frequentá-los apenas com uma camisa ou camiseta. Aqui cada lugar tem uma temperatura diferente, que é controlada pela quantidade de pessoas presentes, ou seja, se o shopping estiver cheio em um dia frio, será quente, se estiver vazio é quase tão frio quanto a rua!

      Abs.

    • Nikolas says:

      Caramba, precisava saber que tipo de casaco é esse. Tá difícil de andar na rua com temperatura próxima do zero e ainda ficar no frio dentro de estabelecimentos..

  6. Carla Mariano says:

    Olá Barbara e Ricardo, como estão?

    Fiquei muito feliz com a citação e o beijo carinhoso que vocês me dedicaram, ganhei o dia!

    Super me identifiquei com a Barbara no primeiro bloco. Também não consigo entender certas individualidades em alguns relacionamentos como separar ö MEU dinheiro X o SEU dinheiro. Vida a dois é isso, tudo para os, sejam lucros ou as dívidas kkk

    Sobre profissões, nunca sonhei com algo em específico. Já trabalhei em indústria química, setor automotivo, já tive empresa e hoje sou analista financeiro.. Aceito qualquer desafio e faço o meu melhor.

    E as dicas de moda.. Para homens ou mulheres, foram preciosas! Esse inverno irá nos castigar e roupas quentinhas serão fundamentais. Neste final de semana irei buscar algumas peças específicas como casacos e malhas, e estou convencendo o marido a comprar botas. Ele é baixinho, vai se empolgar com um calçado com solado mais elevado.

    Um forte abraço pra vocês, e um beijo mega carinhoso!

    PS: tenho um tumblr bem bacana – http://www.tatuagens.tumblr.com

    Até mais,
    Carla Mariano

  7. Guilherme SIlveira says:

    Olá Ricardo e Bárbara;
    Gostaria de parabenizar pelo podcast Papo H, hoje, graças a vocês, me importo mais com minha aparência e impressão.

    Esse podcast foi muito bom e gostei muito dele apresentado por apenas vocês dois, afinal pelo tema, o casal já supriu suficientemente as dúvidas e informações que uma vida de casal acaba gerando. À 01:15:29 do podcast começa a tocar de fundo um metal bem maneiro e gostaria de saber informações da musica, se possível. Também gostaria de deixar minha dica para um podcast sobre cuidados que o homem deve ter com seu cabelo, já que sofro muito com isso por ter um cabelo cacheado e ressecado, seria interessante ouvir sobre os produtos adequados para determinados tipos de cabelo.

    Um abraço e parabéns pelo excelente podcast!

    • Ricardo says:

      Guilherme,
      muito obrigado! É sempre bom saber que o Papo H tem ajudado!
      A música que finaliza esse podcast é Drop Dead Cynical do Amaranthe, esse som até que é legalzinho, mas a banda mesmo é muito poser, podiam se preocupar menos em fazer caras e bocas e mais com a qualidade do som.

      Um podcast sobre cabelos é um pouco mais complicado, não dá para indicar qualquer produto, sobretudo sem saber com quem estamos falando, cada caso é um caso, mas vamos tentar desenvolver essa pauta para um futuro Papo H.

      Abs.

  8. Nikolas says:

    Gosto muito do podcast e do site apesar de não aplicar muito das dicas ainda. Gostaria também de sugerir um post ou pod de como ficar bacana gastando pouco e sugestões de como comprar bem online, seja lojas nacionais ou aliExpress e semelhantes.
    Abs

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