Papo H Podcast #91 – O Rock Morreu? Vida de Aparências, Spoilers

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Sempre tem algum veículo de comunicação declarando que o Rock morreu, basta que esse estilo musical passe por uma época de baixo interesse entre o público, isso já aconteceu antes e é comum no showbiz, mas desta vez o rock’n’roll não enfrenta apenas a concorrência de outros estilos, mas também a mudança nos paradigmas da indústria musical, os novos costumes das gerações que chegam, a tecnologia e suas maneiras alternativas e rápidas de distribuir conteúdo. Será que ele vai se adaptar aos novos tempos? Neste Papo H, Barbara Duarte e Ricardo Terrazo Junior falam sobre as crises que o rock já enfrentou e o que os músicos estão fazendo para aproveitar a evolução do mercado.

No segundo bloco temos mais um assunto atual: a vida de aparências. Você tem algum amigo que finge uma fama que não tem ou que se passa por alguém que não é? Veja como as redes sociais, as facilidades do mundo atual e muita malandragem facilitaram para quem quer falsificar seu cotidiano e simular uma importância que não tem.

Spoilers: você ainda vai levar um! Com notícias e comentários vindo de todas as partes é difícil não saber mais do que devia daquela série ou daquele filme que ainda não assistiu. Mas será que o spoiler é tão ruim assim, será que todo mundo fica tão incomodado com qualquer informação antecipada a respeito de qualquer tipo de entretenimento?

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2 COMENTÁRIOS

  1. Já acompanho o podcast de vocês mas confesso que nunca tinha acessado o site e me impressionei com o conteúdo. Parabéns!

    Gostaria de fazer uma pergunta a vocês, tenho 26 anos e “me mato” de trabalhar e estudar pois quero construir um futuro melhor para mim e para minha família. Conquistei uma condição financeira interessante, já sou pós graduado e tenho um emprego “bom”.

    A questão é, olho para os meus amigos e não vejo garra e não vejo uma preocupação em estabilidade e visão de futuro (isso de forma geral mesmo). Para vocês qual foi o gatilho que te fizeram “cair e ficha e virar homem”?

    Ps. O podcast está cada dia melhor.

    • Rodrigo,
      é complicado falar sobre isso, pessoas da nossa idade foram criadas de outra maneira, começamos a trabalhar cedo e tínhamos a ideia de construir uma carreira em uma empresa bacana, que nos desse estabilidade financeira. Trabalhei em uma empresa que adorava, mas me sentia frustrado por saber que não havia nada acima do meu cargo que eu pudesse almejar, e apesar do salário ser bom, não seria suficiente quando eu tivesse família e minha própria casa (e meus boletos para pagar). Então podemos dizer que a ficha na época caia bem antes do que cai hoje, na adolescência você já começava a se preparar para se sustentar sozinho.

      Hoje existe uma outra cultura de trabalho, muita gente quer empreender, mas alguns são apenas sonhadores, outros só fazem planos e não se mexem. Existem aqueles que não admitem ter chefe, nem horário para trabalhar, sonham em criar algo totalmente novo e querem fazer isso copiando as ideias que já existem (que paradóxo surpreendente!). Nos meus vinte e poucos tive uma experiência tendo minha própria empresa que me mostrou que o buraco é bem mais embaixo.

      Das pessoas que tenho contato e estão nessa situação que você mencionou, a maioria não se mexe porque não viu a água bater na bunda, geralmente tendo um pai que ajuda a pagar as contas quando o foodtruck de goiabada artesanal com queijo brie sofre queda de movimento devido a concorrência do quiosque da tapioca com Nutella.

      Abs.

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