Papo H Podcast #78 – Roupa Básica, Lugar de Homem, Sobrevivendo ao Verão

26/01/2017 7 Comentários por

Papo H Podcast #78 - Roupa Básica, Lugar de Homem, Sobrevivendo ao Verão

Se tem uma coisa que todo mundo acaba usando é roupa básica, mesmo quem trabalha com traje social ou quem gosta de itens mais sofisticados ou caros. Neste Papo H, Barbara Duarte, o Carrasco e Ricardo Terrazo Junior, falam sobre o conceito de roupa básica e como algumas delas, como o jeans e a camiseta, antes eram excluídas do convívio social, e outras, como o smoking, deixaram de ser algo para ocasiões informais e se tornaram a roupa de gala que conhecemos hoje.

Na última semana uma mulher tentou cortar seu cabelo em uma barbearia e teve seu atendimento negado. Será que existem locais que realmente não devem atender mulheres ou deixar que elas entrem? Neste programa comentamos nossa opinião sobre os serviços voltados para um público específico e se isso pode ou não soar como preconceito ou segregação.

Como sobreviver ao verão brasileiro? No terceiro bloco damos dicas para enfrentar o calor e chuva que castigam nosso país no início do ano e atrapalham a vida de quem curte um friozinho e não nasceu com guelras. Entre aparelhos de ar condicionado, roupas de linho, galochas e muito protetor solar, saiba como sair dessa enrascada!

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Sobre o autor

Ricardo Terrazo Junior acredita que com bom senso e iniciativa qualquer homem pode se vestir bem. Quando não está escrevendo aqui divide seu tempo entre seu trabalho como designer gráfico e seu outro site, o Bazar Pop.

7 Responses to “Papo H Podcast #78 – Roupa Básica, Lugar de Homem, Sobrevivendo ao Verão”

  1. Beatriz says:

    Concordo com a questão de especialização da barbearia, como vcs disseram, mas afirmar que mulher quase não vai consumir num ambiente como esse, em qucasa tenha cerveja, fliperama e possa ficar de papo com outras pessoas presentes foi forçar a barra. Eu e mais um monte de amigas não temos saco pra passar muito tempo em salão pra fazer um corte de cabelo ou seja o que for e trocamos esse ambiente pelo da barbearia facilmente quando acompanhamos os namorados, maridos etc. Não é possível que sejamos tão poucas assim.
    No mais, o episódio tava mto bacana.
    Beijo pra vcs e pro Carrasquinho!!! Hahaha
    Saudades desse amigo querido!

    • Ricardo says:

      Beatriz,
      frequento o Circus, assim como o Carrasco, e nunca, em mais de 3 anos, vi alguma mulher usando os jogos, lendo os quadrinhos ou tomando uma cerveja, no máximo elas se contentam em ler uma revista de beleza, mexer nas poucas araras de roupas e tomar água, café ou chocolate quente. Portanto posso afirmar que você e suas amigas são ponto fora da curva e faço questão de dar meus parabéns por isso!

      Outra questão são os produtos de beleza que geram um boa receita para esses estabelecimentos, como são itens voltados para o homem não haveria como atender mulheres com shampoos, ceras ou pomadas e nem vou falar de todo um setor voltado apenas para a barba, contando hoje com uma grande quantidade de produtos. Infelizmente esse é um preço que os estabelecimentos pagam pela especialização.

      Obrigado por participar! Vou mandar seu recado pro Carrasco!

      Abs.

  2. Andrey says:

    Ola pessoal, primeiramente agradeço vocês Barbara e Ricardo por incluírem o Carrasco, sempre me divirto com seu senso de humor. Bom sobre o Podcast 78, acredito que sou básico, adoro jeans, andar de all star e aquela camiseta de cor sem os babados coloridos. Por ser aquiteto nem toda vez posso andar assim, tento usar camisa 3/4, blazer por cima de camisa ou até mesmo blusa jeans, só que sem larga muito a calça jeans e o all star. ^^
    Como moro em Manaus e por ser quente úmido, fica até meio difícil andar com certos tipos de roupas e aqui ar condicionado e protetor solar é também algo básico. rsrs

    Ta fincado grande o comentário então obrigado por mais um podscast e até mais.

  3. Murilo Lima says:

    Ola, Bárbara, Ricardo e Carrasco.
    Primeiramente gostaria de dar as boas vindas ao Carraco e parabeniza-los pela excelente aquisição.O passe desse garoto está mais valorizado do que o do Cristiano Ronaldo.
    Sou adepto de roupas básicas. Para mim, menos é mais. Se bem utilizadas, você estará bem vestido para qualquer ocasião.
    Moro em Salvador-Ba, onde o verão dura o ano todo. Nos dias mais quentes, gosto de usar um visual básico no lugar das roupas sociais para ir ao trabalho. Além de me sentir mais confortável, tenho a sensação de estar bem vestido.
    Sobre a questão dos estabelecimentos comerciais destinados a um público específico sou totalmente de acordo. Creio que a situação criada pela mulher na barbearia poderia ter sido evitada se ela respeitasse que aquele espaço foi pensado para atender o público masculino. No momento que ela foi informada que eles não cortavam cabelo feminino, ela poderia simplesmente ter agradecido a atenção e ir procurar um salão que oferecesse o serviço que ela procurava.
    Parabéns pelo conteúdo de altíssimo garbo e elegância.
    Um abraço.

  4. Leo Zacché says:

    Olá Pessoal! Parabéns pelo trabalho, o podcast está muito bacana.

    Frequento salões masculinos (barbearias gourmet?) porque não encontrei capacitação suficiente para cortes masculinos nos salões unissex nem nas barbearias menos sofisticadas (os “pela-porco”, saca?).

    E sou totalmente a favor da especialização, ainda que eu concorde com a Beatriz (aí em cima) e ache que a mulher nesse ambiente vai sim consumir, se tiver algo à disposição e do interesse delas. E cerveja (hoje) é o exemplo mais claro.

    Mas, mesmo achando que a mulher é um público potencial mesmo em salões masculinos, eu penso que, por opção de especialização, o salão pode se reservar ao direito de atender apenas ao seu público alvo, para quem ele tem os serviços especializados. Basta que isso seja claro, esteja escrito na vitrine, na parede, nos flyers, etc.

    E para finalizar e parecer ainda mais contraditório, discordo do que o Carrasco comentou sobre o direito do estabelecimento recusar um cliente. O Código de Defesa do Consumidor (lei …..), em seu artigo 39, incisos II e IX, afirma claramente que o estabelecimento não pode recusar um cliente, se este estiver disposto a pagar. Ou seja, não pode escolher cliente. Claro que isso está sujeito à conformidade aos usos e costumes, o que permite estabelecer como público alvo o homem. Ou seja, pelo fato de uma mulher estar fora do público alvo, pode se recusar a atender. Mas não pode atender um homem, e deixar de atender outro.

    Era isso. Abraços a todos!

  5. Leo Zacché says:

    Lei 8078/1990, esqueci de completar! Sorry!

  6. Rhenata Guerreiro says:

    Olá, pessoal!

    Sobre a delimitação do público alvo de barbearia, discordo e concordo ao mesmo tempo, explicando: há uns 5 ou 6 meses mantenho o cabelo curto estilo fade, do tipo Joãzinho, como vocês falaram, e no 2º ou 3º mês, fui atrás de uma barbearia justamente porque o serviço é especializado e em outros salões eu não consegui a mesma qualidade de corte, acho que pelo fato de que os salões comuns não tem a PRÁTICA do corte curto. Para mim, a questão e a dificuldade foi me sentir à vontade dentro das barbearias, justamente porque, em regra, barbearias são desenhadas para homens. Em nenhum dos estabelecimentos que fui me impediram de fazer o serviço, o pensamento era: ela está pagando pelo serviço e ponto! Depois de peregrinar por um tempo, encontrei uma barbearia em que me senti à vontade com um serviço que me agrada. Vim pra ser o contraponto e dizer que sim, procuro o serviço especializado sim pra cortar o cabelo, a.k.a barbearia.

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