Papo H Podcast #12 – Cavalheirismo 2.0, Vida em Condomínio, Top 10: Astros + Valiosos

21/07/2013 2 Comentários por

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O cavalheirismo morreu? Para muita gente ele ainda está vivo e vai muito além dos clichês do cinema, como abrir a porta para uma dama ou oferecer-se para pagar o jantar. Neste podcast Barbara Duarte, Ricardo Terrazo Junior e Luiz Moro falam sobre os conceitos por trás do cavalheiro 2.0, um homem moderno, mas que não despreza os valores do passado.

Neste programa também falamos sobre a viver em condomínios respeitando seus vizinhos e, ao mesmo tempo, sabendo das regras que podem te proteger caso algum sujeito inconveniente venha a se mudar para seu prédio.

Para fechar, comentamos a inusitada lista dos atores mais valiosos de Hollywood, com alguns nomes que nem nós esperávamos ver.

Como de costume temos a último bloco com leitura de e-mails e e respostas às dúvidas dos ouvintes.

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Sobre o autor

Ricardo Terrazo Junior acredita que com bom senso e iniciativa qualquer homem pode se vestir bem. Quando não está escrevendo aqui divide seu tempo entre seu trabalho como designer gráfico e seu outro site, o Bazar Pop.

2 Responses to “Papo H Podcast #12 – Cavalheirismo 2.0, Vida em Condomínio, Top 10: Astros + Valiosos”

  1. Paulo Henrique Lima says:

    Olá Amigos do Papo H,

    Tudo bem? Desejo que sim.

    Sou um mineiro de Sete Lagoas que mora no Rio de Janeiro desde os 14 anos. Hoje tenho 31, Sou formado em administração e gerencio uma empresa de aluguel de móveis finos para casamentos.

    Sou fã das publicações de vocês.
    Conteúdo inteligente, atual, divertido e informativo.
    Adoro a maneira como vocês lidam com o mundo masculino moderno.

    Ouvindo este Podcast senti muita vontade de compartilhar com vocês algumas experiências sobre o tal cavalheirismo:

    Quando eu era criança sempre via o meu Pai tratando as pessoas de uma maneira educada. Abria a porta, dava passagem, pedia licença, acompanhava uma visita até a porta, tratava um desconhecido como senhor/senhora… Estas coisas. Não me recordo de ter ouvido dele algo do tipo: – Você tem que ser assim! Mas eu acabei me tornando um pouco disso. Não posso não ser gentil, cortês e educado. É da minha natureza. Eu abra porta sim, eu ofereço o meu casaco mesmo que eu sinta frio, eu cedo a passagem e puxo a cadeira para minha companheira sentar. Eu não somente gosto de ser assim como não sei ser diferente. E isso já incomodou muitas pessoas. No trabalho, na época de escola e faculdade e até no relacionamento. Houve pessoas que me interpretaram mal, como seu eu estivesse insinuando algo. Já tive namoradas que estranharam esse comportamento. Mas no final das contas, sempre gostavam de ser tratadas com respeito e gentileza. rs Quem não gosta?

    Acho que tanto o homem quanto a mulher devem ser mais gentis uns com os outros. Talvez seja isso que falte para que possamos ter uma sociedade mais tolerante no trânsito, no trabalho e nas relações.

    É aquela velha questão: Ninguém dá o que não tem. Se a pessoa não recebeu exemplos da família, dos colegas e não procurou aprender, realmente será mais desafiados ser um cavalheiro ou uma dama.

    Forte Abraço para todos vocês!
    Sucesso nos projetos e felicidades!

  2. Roniel Bora Delli Colli says:

    Olá pessoal, sobre o fato apontado por vocês dos jovens de hoje que daqui a 20 anos terão a mesma visão dos mais velhos. Saibam que isso não é uma dor de cabeça somente da atualidade, por gentileza acompanhem este texto:

    “Os jovens de hoje gostam do luxo.
    São mal comportados,
    desprezam a autoridade.
    Não têm respeito pelos mais velhos
    e passam o tempo a falar em vez de trabalhar.
    Não se levantam quando um adulto chega.
    Contradizem os pais,
    apresentam-se em sociedade com enfeites estranhos.
    Apressam-se a ir para a mesa e comem os acepipes,
    cruzam as pernas
    e tiranizam os seus mestres.”

    Sabem quem é o autor e quando este texto foi escrito?

    Simplesmente por SÓCRATES em 470-399 A.C. Portanto este assunto é algo mais complexo do que pensamos, ou seja, a adolescência.

    Pois bem, esta foi minha contribuição talvez vocês já soubessem, mas é interessante transmitir para a audiência.

    Um abraço a todos.

    Roniel Bora Delli Colli – Psicólogo – Pitanga/PR.

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